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| CNDL vai orientar consumidores
a gastar melhor e não entrar no crédito rotativo |
O Presidente da CNDL (Confederação
Nacional de Dirigentes Lojistas), ROque Pellizzaro Junior, anunciou
hoje (23/09), durante a 50º Convenção Nacional
do Comércio Lojista, que apartir do início da próxima
semana, a Confederação vai colocar em seu site (www.cndl.org.br),
à disposição dos consumidores, uma nova ferramenta.
Será divulgado um modelo gerenciador de contas para ensinar
a controlar os gastos e evitar que os cidadãos brasileiros
entrem na armadilha do crédito rotativo e nao consigam hontar
seus compromissos financeiros, porque são obrigados a pagar
os juros mais altos do mundo.
Estudos do Banco Central demonstram claramente a voracidade da indústria
de cartões de crédito por lucro, a qualquer preço.
As dívidas neste negmento chegam a R$ 26,5 bilhões
e a inadimplência está em 28,3%. "Aqui no Brasil,
o mercado interno se comporta diferente de outros países.
Nosso consumidor é o nosso maior patrimônio. E ele
está fora do mercado porque entrou no crédito rotativo,
paga juros absurdos e não consegue sair dessa armadilha.
Queremos nossos clientes de volta e a única forma de colocar
um basta nesta situação é a normatização
e regulamentação da indústria dos cartões
de crédito" defende o empresário Roque Pellizzaro
Junior, presidente da CNDL ( Confederação Nacional
de Dirigentes Lojistas).
Os altos juros cobrados aos usuários de dinheiro
de plástico que, apesar da queda da Taxa Básica de
Juros (Selic), continuam em 237,9% ao ano, "já acenderam
o sinal amarelo e mostram distorções gravíssimas
que levarão a sérias consequências, principalmente
para os lojistas. Não existe negócio que suporte esse
patamar de juros" destaca Pellizzaro. Ele lembra, inclusive,
que o consumidorbrasileiro é induzido a entrar no crédito
rotativo. Quando o cidadão recebe a fatura, tem duas formas
de pagamento que podem ser feitas. "A forma de disposição
do boleto induz ao pagamento mínimo. E quando faz isso, ele
só paga de imediato um valor pequeno, que às vezes
cabe em seu bolso, mas o resto financiado vira uma bola de neve",
explica o presidente da CNDL.
Fonte: CNDL - www.cndl.org.br
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